Muralha
Era completamente diferente…
Era longe daqui…
Era a milhas de distância…
Era inatingível…
Era transcendental
Era…
Um mundo à parte!
Cruzava-se o espelho e lá estava: uma grande muralha reluzente, sem qualquer hipótese de sequer espreitar para o infinito.
Era lindíssima, e ninguém a conhecia, apenas eu, e mesmo assim, estava fechada a 7 chaves, como qualquer outro sítio secreto.
Só de pensar naquela primorosa criação de apenas um só ser, ficava completamente esgazeado…
Tal Santo Graal… e eu estava ali diante dele, contemplando apenas a sua enorme e infinda perfeição, ficando no entanto já maravilhado com apenas aquele portentoso início!
Era mágico! Em apenas uma palavra era essa a definição correcta!
Veio-me a ideia Deus… Aquele maravilhoso ser perfeito criador de todos, incluindo de si próprio… Não tinha sido sua criação!
Às vezes tinha a tentação de olhar para trás, e quando o fazia apenas encontrava o nosso mundo material, ruínas apenas daquela maravilha mística que tinha diante dos meus olhos…
Um espelho era a passagem para uma entrada naquele mundo que de nosso tinha pouco…
Era apenas uma muralha… mágica no seu conteúdo e presumivelmente banal aos olhos de outrem…
“Inexplicável” – disse…
Inspiração sagrada esta que me conferia…
Escrevi sentado no nada… escrevi durante uma vastíssima eternidade que pareceu ser mais do que alguma vez poderia viver!
Conclui por fim que nada tinha escrito, e que no entanto tinha escrito tudo o que poderia escrever!
Vinha embora… literalmente a morrer… adoecendo e apodrecendo como qualquer mancha apodreceria diante da perfeição
Preparava-me para sair… chorando lágrimas… sonhei até chorar sangue!
“Queres entrar?”
Um anjo! Era um anjo…
Era longe daqui…
Era a milhas de distância…
Era inatingível…
Era transcendental
Era…
Um mundo à parte!
Cruzava-se o espelho e lá estava: uma grande muralha reluzente, sem qualquer hipótese de sequer espreitar para o infinito.
Era lindíssima, e ninguém a conhecia, apenas eu, e mesmo assim, estava fechada a 7 chaves, como qualquer outro sítio secreto.
Só de pensar naquela primorosa criação de apenas um só ser, ficava completamente esgazeado…
Tal Santo Graal… e eu estava ali diante dele, contemplando apenas a sua enorme e infinda perfeição, ficando no entanto já maravilhado com apenas aquele portentoso início!
Era mágico! Em apenas uma palavra era essa a definição correcta!
Veio-me a ideia Deus… Aquele maravilhoso ser perfeito criador de todos, incluindo de si próprio… Não tinha sido sua criação!
Às vezes tinha a tentação de olhar para trás, e quando o fazia apenas encontrava o nosso mundo material, ruínas apenas daquela maravilha mística que tinha diante dos meus olhos…
Um espelho era a passagem para uma entrada naquele mundo que de nosso tinha pouco…
Era apenas uma muralha… mágica no seu conteúdo e presumivelmente banal aos olhos de outrem…
“Inexplicável” – disse…
Inspiração sagrada esta que me conferia…
Escrevi sentado no nada… escrevi durante uma vastíssima eternidade que pareceu ser mais do que alguma vez poderia viver!
Conclui por fim que nada tinha escrito, e que no entanto tinha escrito tudo o que poderia escrever!
Vinha embora… literalmente a morrer… adoecendo e apodrecendo como qualquer mancha apodreceria diante da perfeição
Preparava-me para sair… chorando lágrimas… sonhei até chorar sangue!
“Queres entrar?”
Um anjo! Era um anjo…
5 pseudo-comentários:
Lindo! Adorei. Acho que escreves muito bem. Já cá tinha vindo e lido algumas coisas, mas achei este texto mesmo bom!
P.S.: Peço desculpa por parecer uma deficiente mental a escrever, mas às vezes não dá para mais... lol
grande VIAGEM, e que aspecto fatalista tão caracteristico do ROMANTISMO... denoto tambem um certo nostalgismo outavez ROMANTICO...
que engraçado o que pudemos aprender nas aulas com os nossos coleguinhas:D
P.S.- já me esquesia do anjo, A mulher-anjo...
Caiu me uma lagrima...
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